
Um dos grandes salesianos de Dom Bosco, é o P. Rodolfo Komorek. Nasceu na Polônia e viveu muitos anos no Brasil com fama de ser santo. Passou os últimos anos em São José dos Campos, na década de 40, trabalhando sobretudo nos hospitais.
Quando entrava na Santa Casa, a presença de Deus fazia-se mais sensível. Os rostos iluminavam-se de satisfação. Também ele manifestava a alegria de poder fazer o bem.
Ia todos os dias às enfermarias, onde servia os doentes no que precisassem, como levar-lhes água para lavarem o rosto quando acamados. Um paralítico que lá se achava havia mais de 16 anos mereceu-lhe grandes atenções. Foi visto várias vezes colocar-lhe o alimento na boca.
Uma velhinha pediu-lhe que atendesse em confissão. O P. Rodolfo tomou-a pela mão e levou-a ao confessionário. A pobre mulher, depois repetia: "Sou negra, velha e cega. E ele me tratava como se fosse meu pai. E era mesmo um pai pra mim.
À cabeceira dos doentes o P. Rodolfo levava toda a ternura do coração de Cristo. Era-lhe habitual ajoelhar-se junto à cama dos enfermos. Atitude de fé, demonstração de amor. A mesma atitude que tinha diante do tabernáculo em suas longas horas de orações.
Fonte: Informativo Paroquial Sagrada Família (São José dos Campos - 2012 - Ano 15/III) - Irmão Alberto Gobbo















