Sua vida religiosa foi marcada por uma capacidade intelectual que, como Dom Bosco, rendeu-lhe ser um escritor fabuloso que escrevia sobre teologia, filosofia, espiritualidade, literatura, geologia e botânica. Foi muito dotado também no campo artístico: são seus vitrais na catedral de Fortaleza.
Foi Bisco de Uberaba (MG), Curumbá (MT) e arcebispo de Belém do Pará (PA). Depois de 10 anos, foi arcebispo no Ceará, onde construiu uma linda história com o seu povo. Por conta de seu trabalho, foi considerado o bispo da justiça social. Fundou hospitais, escolas populares e círculos operarios. Denunciou em 1942 o desvio das verbas do governo que eram destinadas à seca.
No final da vida, Dom Lustosa passou a morar em Carpina (PE), onde viveu mais 15 anos. Morreu em 14 de agosto de 1974. Seu corpo repousa na Catedral de Fortaleza (CE), venerado pelos fiéis.
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